ANADEP trabalha Projeto de Lei que retorna teto constitucional para origem

ESDEPI publica edital do II Processo Seletivo para Estagiários Voluntários
A Escola Superior da Defensoria Pública do Estado do Piauí (ESDEPI) abriu inscrições para estudantes do curso de Bacharelado em Direito interessados em participar do II Processo Seletivo para Estagiários Voluntários da Defensoria Pública do Piauí.
As inscrições seguem até o dia 27 de novembro de 2015 e o candidato deverá entregar pessoalmente, por meio de procurador habilitado ou ainda via postal com aviso de recebimento, a Ficha de Inscrição preenchida com a fotocópia dos documentos exigidos no edital na sede da ESDEPI, localizada na Av. Nossa Senhora de Fátima, nº. 1342, 2º andar, CEP: 64045-528, Bairro de Fátima, em Teresina, no horário das 7h30 às 13h30 .
As inscrições deferidas e indeferidas serão divulgadas dia 30 de novembro de 2015, no site da Defensoria Pública do Estado do Piauí: www.defensoria.pi.gov.br.
Para mais informações contactar a Esdepi através do telefone (86) 98845 9683 ou dos e-mails escolasuperioresdepi@gmail.com / esdepi@defensoria.pi.gov.br.
FONTE: DPE-PI
Sem maus-tratos, abuso ou negligência, criança adotada irregularmente permanece com os adotantes até ordem final
Não havendo indícios de maus-tratos, negligência ou abuso, o melhor interesse da criança é permanecer no lar dos pais “adotivos”, nos casos em que o Ministério Público determina busca e apreensão em virtude de adoção irregular ou adoção à brasileira. Esse foi o entendimento adotado pela Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) ao julgar dois habeas corpus sobre a matéria.
O primeiro caso envolveu menor de seis meses de idade, entregue pela mãe biológica a um casal logo após o nascimento. O casal tenta regularizar a adoção da criança, porém foi determinada a busca e apreensão do menor, para colocá-lo em abrigo institucional em razão da prática de adoção à brasileira. A determinação ainda não foi cumprida devido à concessão de uma liminar.
Por meio de parecer técnico formulado por psicoterapeuta, o casal alegou que a criança já havia formado vínculo afetivo com eles, de modo que sua retirada do convívio familiar seria prejudicial. Sustentou ainda que têm boa estrutura familiar e fornecem o apoio emocional necessário ao desenvolvimento da criança.
Medida excepcional
De acordo com o relator, ministro João Otávio de Noronha, o artigo 101 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) prevê que o acolhimento institucional será determinado pela autoridade competente quando ocorrer uma das hipóteses do artigo 98: ação ou omissão da sociedade ou do estado; falta, omissão ou abuso dos pais ou responsável; em razão da conduta do menor.
Segundo Noronha, o caso tratado não se enquadra em nenhumas das condutas relacionadas. O ministro explicou que o acolhimento é tratado como medida provisória e excepcional pelo ECA, devendo ser precedido de procedimento judicial contencioso.
Ademais, no caso, “foi ignorada a excepcionalidade prevista, tendo sido adotado o acolhimento institucional como primeira medida”, além de a apreensão ter sido determinada sem elemento probatório e sobre o único fundamento de que os autos evidenciavam a prática de adoção à brasileira.
Guarda
O segundo caso envolveu menor de quatro meses de vida, também entregue pela mãe biológica a um casal logo após o nascimento. Nesse caso, contudo, a criança está registrada em nome da mãe biológica, mas permanece sob a guarda do casal, que ingressou com ação para adotar o menor. O casal alegou ter sido surpreendido com a determinação de busca e apreensão, que não foi cumprida, pois estava viajando no período com a criança.
Noronha afirmou que, no segundo caso, a adoção à brasileira não ocorreu, pois a criança foi registrada em nome da mãe biológica e ficou apenas na aguarda dos impetrantes. Explicou também que, em ambos os casos, não há perigo nenhum da permanência do menor com a família substituta, ao menos até o julgamento final da ação. O ministro ressaltou que o interesse da criança deve ter prevalência em relação à preservação da ordem cronológica do cadastro de adotantes. “É certo que isso não justifica a burla ao cadastro de adotantes. No entanto, é o interesse da criança que deve ser mensurado primeiramente”.
A ordem de habeas corpus foi concedida de ofício pelo colegiado nos dois casos para que os menores fiquem com os casais até o julgamento da ação de adoção e guarda.
Fonte: STJ
Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que se é
Por: Lívia Casseres
Levantamento da Associação Nacional de Travestis e Transexuais aponta que 90% das pessoas transexuais e travestis estão fora do mercado de trabalho formal.
Se assistimos ao cenário de crise econômica, receosos pela elevação das taxas de desemprego, o que dizer das pessoas transexuais e travestis que enfrentam discriminação no mercado de trabalho em qualquer circunstância? Levantamento da Associação Nacional de Travestis e Transexuais aponta que 90% das pessoas transexuais e travestis estão fora do mercado de trabalho formal. O dado representa ciclo de violência que cerca a transexualidade e a travestilidade na sociedade.
Encaradas historicamente como expressões patológicas da identidade e sexualidade humanas, as identidades de gênero que desafiam os padrões sociais sequer gozam do reconhecimento do Estado como formas de realização da dignidade do indivíduo. Estendem-se por anos processos judiciais para a modificação do assento de nascimento, muitas vezes sem sucesso. Com frequência, homens e mulheres transexuais e travestis são relegados a conviver com uma existência civil incompatível com sua autopercepção psíquica e social. Contradição responsável muitas vezes pela evasão escolar — qual adolescente suportaria ser tratado por um nome que não reflete sua autoimagem? — e dificulta o acesso à educação formal.
Aqueles que alcançam alguma qualificação, ainda que ocultando temporariamente seu verdadeiro eu, muitas vezes deparam nas entrevistas de emprego com barreira insuperável: as portas se fecham ao exibirem sua documentação e revelarem sua transexualidade/travestilidade. A negação do direito ao exercício da identidade, condenando-se transexuais e travestis a uma vida civil divergente da concepção que esses sujeitos fazem de si, não representa apenas um detalhe. Negar o direito à identidade civil representa submetê-los a vida de exclusão e marginalização.
A Defensoria Pública, em parceria com o Projeto Damas, da Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual do Rio, admitiu, em caráter de experiência, quatro mulheres transexuais ao seu quadro de apoio.
A medida busca afirmar que qualquer ser humano é merecedor de oportunidades e deve ser reconhecido no ambiente laboral, na escola, nos serviços de saúde ou em qualquer espaço de acordo com a maneira que lhe faz feliz. Afinal, cada um sabe a dor e a delícia de ser o que se é.
Fonte: ANADEP

DPE-PI torna público resultado final para substituição na Categoria Especial
A Defensoria Pública do Estado do Piauí tornou público o resultado final para substituição nas Defensorias de Categoria Especial. As vagas foram destinadas aos Defensores Públicos de 4ª Categoria. A relação tem validade de um ano a contar da data da publicação.
Confira abaixo o resultado por ordem de classificação:
Dr. Reginaldo Correia Moreira
Dr. Valtemberg de Brito Firmeza
Dr. Ulisses Brasil Lustosa
Dr. Gerimar de Brito Vieira
Dr. Arilson Pereira Malaquias
Os Defensores inscritos foram classificados de acordo com a antiguidade, nos termos do § 1º do art. 4º da Resolução Nº 09/2011 do Conselho Superior da Defensoria Pública.
Fonte: DPE-PI
Defensoria realiza sorteio para Plantões Judiciários de 2016
A Corregedoria Geral da Defensoria Pública do Estado do Piauí realizou, na última segunda-feira (09), o sorteio que definiu a escala dos Plantões Judiciários no período de 07 de janeiro de 2016 a 06 de janeiro de 2017.
O sorteio foi realizado no Auditório da Escola Superior da Defensoria Pública, tendo sido coordenado pelo Corregedor Geral da Defensoria Pública do Estado do Piauí, Defensor Público Dr. José Weligton de Andrade.
Fonte e foto: DPE -PI
Defensor Público Dr. Juliano Leonel receberá o título de Cidadão Teresinense dia 26
O Defensor Público Juliano de Oliveira Leonel, titular da 2ª Defensoria Pública de Atendimento ao Preso Provisório, será agraciado no dia 26 com o Título Honorífico de Cidadão Teresinense. A solenidade será realizada no Plenário Vereador José Omatti, na Câmara Municipal de Teresina, às 19h. A proposição é do Vereador Luís André.
Fonte: DPE-PI

Defensores do Piauí participam do XII Conadep
Foto: Condege
Os defensores públicos do Piauí estão participando do XII Congresso Nacional dos Defensores Públicos (Conadep) em Curitiba (PR). Com uma rica programação, o evento conta com palestras, oficinas, e apresentações de teses. O congresso reúne defensores públicos de todo o Brasil.
João Castelo Branco Neto e João Batista Lago, vice-presidente e presidente da Apidep
Para o presidente da Apidep, João Batista Lago, o evento é importante para a troca de experiências. “Além de uma programação rica, um evento de nível nacional, nos permite ter contato com defensores de todo o Brasil, assim podemos trocar experiências, tudo isso visando uma melhor atuação enquanto defensores públicos”, esclarece.
O congresso teve início no dia 04 de novembro e encerra no dia 07.
Confira mais fotos:
Defensor Erisvaldo Marques e o Professor Salo de Carvalho
Arilson Malaquias, vice-presidente da Anadep
João Batista Lago, presidente da Apidep e Defensor Sílvio César
Professor Salo de Carvalho e Defensor Sílvio César
Professor Salo de Carvalho e Defensor Sílvio César






