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XIV CONADEP: painel de encerramento contará com dois palestrantes

O painel de encerramento do XIV Congresso Nacional das Defensoras e Defensores Públicos (CONADEP)contará com a participação de dois palestrantes: Conrado Hübner e Mariah Silva. Durante o CONADEP, os especialistas falarão sobre o tema “Defensoras e Defensores públicos na encruzilhada da democracia brasileira”. O CONADEP acontecerá de 12 a 15 de novembro, no Rio de Janeiro.
Mariah Silva é doutoranda em comunicação pela Universidade Federal Fluminense (IFF). É formada em História da Arte pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e possui mestrado em História, Teoria e Crítica da Cultura pela Universidade do Estado do Amazonas. Atualmente é professora da UFRJ, no Departamento de História e Teoria da Arte, além de pesquisadora do Instituto Transformar e coordenadora de pesquisa do Grupo Conexão G de Cidadania LGBT de favelas.
Já Conrado Hübner é uma das referências do Direito no Brasil. É doutor em Direito na Universidade de Edimburgo e doutor em Ciência Política na USP. É autor de diversas obras, como: Direitos Fundamentais, Separação de Poderes e Deliberação; Controle de Constitucionalidade e Democracia; e Constitutional Courts and Deliberative Democracy (Oxford Constitutional Theory).
Fonte: Anadep

Enadep e diretoria legislativa promovem bate-papo online sobre reforma da Previdência

A diretoria para assuntos legislativos da ANADEP e a Escola Nacional das Defensoras e Defensores Públicos do Brasil (ENADEP) promoverão, na próxima terça-feira (3/9), das 19h às 20h, um bate-papo online com as associadas e associados sobre a reforma da Previdência (PEC 06/2019). A conversa será através do aplicativo zoom. O limite para a conversa será de 100 pessoas.
O bate-papo terá como objetivo abordar os impactos da proposta à categoria; as novidades apresentadas no relatório do senador Tasso Jereissati (PSDB/CE), relator da matéria na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça); a tramitação da PEC no Senado; e as estratégias da ANADEP no acompanhamento da matéria.
Saiba como participar:
1) Acesse o site www.zoom.us;
2) Clique na opção: Join a Meeting ou entrar em uma reunião;
3) Insira o link da reunião: https://zoom.us/j/150253336
4) Você será redirecionado para uma janela para baixar o aplicativo. É fácil e rápido;
4) Dentro do app, clique na opção “Join with Computer Audio” para ativar o áudio da vídeoconferência.
Fonte: ANADEP

Dica de Leitura

 

Não se pode mais admitir, à luz do Estado Constitucional, que os direitos fundamentais seriam apenas de normas programáticas e principiológicas, a terem a sua eficácia vinculada a programas de governo. Como é cediço, os direitos que eram limitados apenas a projeto de concretização do bem comum, passaram a ser comandos normativos na garantia da dignidade da pessoa humana, irradiando-se, assim, as normas constitucionais, por todo o ordenamento jurídico, através de uma eficácia ampla. Logo, toda a atividade no campo do direito processual penal, está condicionada, ante a supremacia das normas constitucionais e dos tratados internacionais de direitos humanos, ao respeito do devido processo legal, da ampla defesa, do contraditório etc, sob pena de manifesta inconstitucionalidade. No campo do processo penal, essa necessidade é ainda mais sensível, pois é nessa esfera em que se dão as invasões mais incisivas do Estado nos direitos fundamentais dos cidadãos, devendo, por seu turno, o direito processual penal ser um dique de contenção dos arbítrios do poder estatal. Assumindo a concepção de processo enquanto situação jurídica de GOLDSCHMIDT, o processo é uma guerra inserida na mais completa epistemologia da incerteza. Assim, necessário se faz admitir que um processo penal que se propõe a ser democrático é aquele que serve para proteger os direitos fundamentais, através de regras do jogo democráticas, decorrendo desse respeito, inclusive, a legitimidade da sentença condenatória, e não se alvorar num instrumento de busca da verdade (que no processo penal é contingencial e não fundante). Logo, precisamos, sem pudores, assumir a instrumentalidade constitucional do processo penal, ou seja, pelo princípio da necessidade o processo penal é o caminho a ser percorrido para que a sanção penal possa ser aplicada, já que não há sanção penal senão através do processo penal, evidenciando assim que o fair play processual, com inequívoco respeito às regras do jogo, é o que distingue um processo penal humanitário da barbárie. Por conseguinte, para que o poder punitivo tenha legitimidade, na atual quadra da história, é imperioso que ao réu tenha sido garantido o devido processo legal, com todos os seus consectários, previstos não só na Constituição Federal, mas, também, no Pacto de São José da Costa Rica. Assim, o presente estudo inicia-se com a análise concepção de processo enquanto situação jurídica, perpassando, por óbvio, pela instrumentalidade constitucional do processo penal. Em seguida, passa-se a discorrer sobre a necessidade de se fazer não apenas o controle de constitucionalidade da legislação processual penal, mas, também, um controle de convencionalidade à luz da Convenção Americana dos Direitos Humanos. Depois, abordar-se-á os sistemas processuais e a “busca da verdade” no processo penal, para então se analisar os aspectos processuais do Tribunal do Júri em conformidade com as conquistas civilizatórias da sociedade contemporânea.

Fonte:  EMais Editora

Empossados novos membros do Conselho Superior da Defensoria

Durante Sessão Solene, que aconteceu nessa segunda-feira, dia 19, foram empossados os Conselheiros eleitos para o Biênio 2019/2021 para o Conselho Superior da Defensoria.

Representando a Associação das Defensoras e Defensores Públicos do Piauí (APIDEP), o vice-presidente Arilson Malaquias comentou que o Conselho Superior tem especial significado para a Associação. “O Conselho representa a classe de Defensores e é exatamente nesse órgão que temos assento e voz nas deliberações das questões mais importantes para nossa entidade. A propósito, hoje trata-se da posse dos chamados representantes classistas. Por isso, a importância deste evento para a Associação.”, explicou o Defensor.

Durante o evento, a bandeira de luta da classe foi reforçada pelo Conselho da categoria, que alerta ao governo do Estado sobre as dificuldades em prestar o serviço a todas as comarcas do Estado. Ainda segundo o vice-presidente, a falta de concurso público compromete o atual quadro da Defensoria e deixa mais de 20 comarcas sem um Defensor Público Titular, fragilizando a assistência jurídica para a população que mais precisa.

“O que a Defensoria carece é de um orçamento condizente para estas demandas. Anualmente temos reivindicado espaços orçamentários e tentado sensibilizar o poder executivo e legislativo para a necessidade de implementação do nosso orçamento a fim de fazer frente a essa demanda, que é da população.”, esclareceu.

De acordo com o Defensor Público Geral, Erisvaldo Marques, o Conselho se renova com expectativas de um exercício ainda mais atuante, dialogando sobre diversas matérias, desde a criminal até a justiça itinerante. “O Conselho está se renovando. O anterior era um conselho bastante atuante e, por isso, esperamos que também consigamos ser exitosos nesta empreitada que começa hoje”, comentou.

A função do conselheiro é regulamentar as matérias que dizem respeito às atribuições dos Defensores e às normas de execução. Para o Defensor Jeiko Britto, é o momento de serem revistas as atribuições dos Defensores, como também algumas prioridades. “Nós nunca fizemos antes uma revisão das atribuições dos Defensores e é uma matéria que está em pauta, pois estamos com um quadro reduzido. Isso se deve há 10 anos sem concurso público e, consequentemente, sem ingresso de novos defensores.”, comentou o novo conselheiro.

A nova composição do Conselho Superior foi eleita no último dia 02 de agosto. Além de seu presidente, o Defensor Erisvaldo Marques, o colegiado conta ainda com a Subdefensora pública geral, Carla Yáscar Belchior, e com a Corregedora-Geral da Defensoria, Ana Patrícia Paes Landim Salha, como membros natos.

A sessão foi conduzida pelo presidente do colegiado e Defensor Público Geral, Erisvaldo Marques, que empossou como membros titulares do Conselho Superior da Defensoria Pública os defensores públicos Roosevelt Filho, Alessandro Spíndola, Jeiko Britto, Andrea Carvalho e Francisco Barbosa, além das conselheiras suplentes Dayana Guimarães e Haradja Freitag.

Eleitos novos membros do Conselho Superior da Defensoria Pública do Piauí

Os Defensores Públicos Dr. Roosevelt Furtado de Vasconcelos Filho, com 62 votos; Dr. Alessandro Andrade Spíndola, com 61 votos; Dr. Jeiko Leal Melo Hohmann Britto, com 53 votos; Dra. Andrea Melo de Carvalho, com 45 votos e Dr. Francisco de Jesus Barbosa, com 44 votos, foram  eleitos Conselheiros Titulares para comporem o Conselho Superior da Defensoria Pública no Biênio 2019/2021. A eleição transcorreu nesta sexta-feira, dia 02. Foram eleitas Suplentes as Defensoras Públicas Dra. Dayana Sampaio Mendes Magalhães, com 42 votos e Dra. Haradja Michelliny de Figueiredo Freitas Freitag, com 21 votos.

Dos 115 Defensores Públicos aptos a votar, compareceram 88. Todo o processo da eleição foi responsabilidade da Comissão Eleitoral  presidida pelo Defensor Público Dr. Ricardo Moura Marinho, tendo como membros titulares a Defensora Pública Dra. Irani Albuquerque Brito e o Defensor Público Dr. Roberto Gonçalves de Freitas Filho e como membros suplentes as Defensoras Públicas Dra. Priscila Gimenes do Nascimento Godói e Dra.Karla Cibele Teles de Mesquita Andrade.

Participaram do processo, como integrantes da mesa receptora, a Defensora Pública Dra Verônica Acioly de Vasconcelos e as servidoras Maria Rosilene Inácio de Oliveira Dias e Amarílis Eliane de Oliveira Domingos , sob a presidência da primeira.

Fonte e foto: DPE-PI

Dica de livro – “Defensoria Pública e a tutela coletiva de direitos”

29A obra “Defensoria Pública e a tutela coletiva de direitos” pretende trazer uma reflexão moderna sobre a tutela coletiva de direitos com enfoque na atuação do Defensor Público, à luz no novo perfil institucional que tem como marco a Emenda Constitucional 80/2014, além de propiciar material conciso para consulta e amparo ao dia a dia do órgão de execução e juristas em geral, estimulando, ademais, instrumentos coletivos, à serviço da redução das desigualdades sociais e efetivação de direitos.

O ponto alto do livro é a análise necessária atuação extrajudicial: o objetivo da atuação do defensor público não é ajuizar ação, mas resolver problemas da forma mais rápida e eficaz possível, fazendo a justiça aproximar-se daquele que já estava perto de em nela não mais crer.

Enfrenta, também, a complexa identificação do necessitado de justiça, o que faz de forma atualizada e coerente com o direito convencional. O autor descreve a importância pública – para todos – da atuação defensorial com a coletividade desorganizada e a própria existência e necessidade de legitimação coletiva passiva.

Fonte: Editora Juspodivm

APIDEP celebra parceria com Statera Treinamento Funcional

A Associação Piauiense das Defensoras e Defensores Públicos (APIDEP) atua em defesa da categoria e busca constantemente melhorias para as associadas e associados. Neste mês de julho, a APIDEP fechou parceria com a Statera Treinamento Funcional.

“Cumprindo a sua atual política de expansão de convênios e sempre preocupada com a saúde e bem-estar de suas associadas e associados, a APIDEP celebrou um importante convênio com a empresa Statera Treinamento Funcional e acredito que haverá muitas adesões em virtude da inquestionável qualidade dos serviços prestados pela empresa conveniada bem como pela flexibilidade de dias e horários disponibilizados para os treinos”, afirmou a presidente da APIDEP, Dra. Ludmilla Paes Landim.

As associadas e associados, cônjuges e descendentes poderão realizar o treinamento funcional com descontos especiais. “A Statera trabalha com a metodologia de treinamento funcional, uma característica marcante da modalidade é que não trabalhamos com máquinas. Outro ponto é que usamos os movimentos naturais do corpo como empurrar, puxar, saltar e agachar como base para os exercícios. Usamos nas aulas elásticos, barras, kettlebal, anilhas e halteres para intensificar os treinos. Dentro desse contexto, melhoramos a força, flexibilidade, resistência muscular e cardiorrespiratória, equilíbrio, coordenação motora e composição corporal”, explica a professora Bruna Monteiro.

O treinamento funcional permite ao aluno obter resultado de acordo com o seu objetivo. “Qualquer resultado pode ser obtido no treinamento funcional, emagrecimento, hipertrofia, definição muscular ou performance, pois há um sistema de divisão e progressão de nível de acordo com o objetivo do aluno. As aulas são dinâmicas e eficientes, duram em média 45 minutos”, esclarece Bruna Monteiro.

A especialista informa que os alunos têm flexibilidade de horários e dias para realizar o treinamento. “Os horários e dias são flexíveis, além disso, não trabalhamos no sistema de turma, dando liberdade para o aluno chegar quando quiser e fazer seu treino sem depender de outros alunos. A informação é passada de forma individual pelo professor”, pontua.

A Statera Treinamento Funcional é localizada na academia Eugênio Fortes da Avenida Cel. Costa Araújo, 2070, Horto Florestal. Horário de funcionamento: Segunda a sexta-feira: 6h às 10h, 12h às 14h, 16h às 21h. Aos sábados: 9h às 12h.